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Confiança do consumidor paulista recua 2,7% em maio, diz ACSP

Mesmo com a queda, o indicador se mantém em patamar positivo: 106 pontos em uma escala de zero a 200


O Índice de Confiança do Consumidor Paulista (ICCP), auferido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), recuou 2,7% em maio, aos 106 pontos, na comparação com abril. Na variação interanual, entretanto, o indicador cresceu 21,8%.


Segundo a ACSP, a queda mensal é explicada pela percepção menos positiva das famílias em relação à situação financeira e em relação à manutenção dos empregos.


Por outro lado, as expectativas futuras sobre a economia brasileira continuam positivas, embora sigam perdendo intensidade em relação às leituras anteriores.


O ICCP varia de zero a 200 pontos, sendo que pontuações abaixo de 100 denotam pessimismo do consumidor. Assim, mesmo com a queda em maio, os 106 pontos mantêm o indicador no campo do otimismo.


Para Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP, “o sentimento de melhora em relação ao futuro continuou a refletir na maior disposição em adquirir itens de maior valor, como carro, casa e bens duráveis, como geladeira e fogão, além de investir no futuro.”


O recorte de classes socioeconômicas registrou a diminuição da confiança das famílias residentes no estado de São Paulo pertencentes à classe AB, e principalmente para aquelas da classe C. Já a confiança da classe DE aumentou em maio.


CIDADE DE SÃO PAULO

Já Índice de Confiança do Consumidor da Cidade de São Paulo (ICCSP) alcançou 101 pontos em maio, mantendo-se no campo otimista, mas também mostrando redução em relação ao mês anterior (-1,9%).


Na comparação com igual mês de 2022, o ICCSP mostrou aumento de 24,7%.


A evolução da confiança dos consumidores da cidade de São Paulo, distribuídos por classes socioeconômicas, também registrou comportamento heterogêneo. Cresceu entre as famílias pertencentes à classe C e caiu na classe DE e na AB.


Na avaliação do economista da ACSP, os resultados do ICCP e do ICCSP de maio mostraram queda em termos mensais, porém, no caso estadual, com piora relativa das percepções positivas em relação às situações de renda e emprego atuais e futuras, enquanto o municipal apresentou melhora relativa em termos da percepção de emprego e renda correntes e arrefecimento da confiança em relação ao amanhã.


FONTE: dcomercio.com.br

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